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Financiamento

Como financiar um imóvel em Criciúma em 2026: taxas, regras e o que mudou

Redação Imóveis em Criciúma · 08/05/2026

Como financiar um imóvel em Criciúma em 2026: taxas, regras e o que mudou

Se você está pensando em comprar um imóvel em Criciúma e precisa de financiamento, entender as regras atuais é essencial para não ter surpresas. Em 2026, algumas regras mudaram e as taxas se mantiveram estáveis, mesmo com a Selic em queda.

Por que as taxas não caíram com a Selic

A Selic recuou nos últimos meses, mas os juros do financiamento imobiliário se mantiveram entre 11% e 12% ao ano. Isso acontece porque a maior parte do dinheiro emprestado para financiamento vem da poupança (sistema SBPE), cujo custo é controlado e não acompanha diretamente a Selic.

Taxas praticadas pelos bancos em 2026

  • Caixa Econômica Federal: a partir de 11,19% ao ano
  • Santander: cerca de 11,69% ao ano
  • Itaú: a partir de 11,70% ao ano + TR
  • Bradesco: cerca de 11,70% ao ano
  • Banco do Brasil: a partir de 11,74% ao ano + TR

A Caixa segue como a opção mais competitiva. Essas taxas são para o melhor perfil de cliente — a sua taxa final depende da renda, histórico de crédito e valor da entrada.

O que mudou em 2026

Duas mudanças importantes afetam quem compra em Criciúma:

Novo limite do SFH: o teto subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Isso significa que imóveis de maior valor agora cabem nas condições mais vantajosas do Sistema Financeiro de Habitação.

Minha Casa Minha Vida ampliado: o programa passou a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil, com taxas entre 4% e 8,16% ao ano para renda até R$ 8,6 mil. Em Criciúma, há oferta real de imóveis dentro do MCMV, especialmente em bairros como Universitário e Santa Bárbara.

Quanto você precisa de entrada

A entrada mínima padrão é de 20% do valor do imóvel. Ou seja, para um apartamento de R$ 300 mil em Criciúma, você precisa de R$ 60 mil de entrada.

Alerta: a avaliação do banco

O banco financia 80% do menor valor entre o preço negociado e a avaliação feita pelo engenheiro do banco. Se você combinou comprar um imóvel por R$ 350 mil, mas o banco avaliou em R$ 320 mil, o financiamento é calculado sobre os R$ 320 mil — e você cobre o restante.

Por isso, antes de fechar negócio, confirme com a imobiliária se o preço pedido está alinhado com avaliações recentes da região.

Documentos necessários

  • RG, CPF e comprovante de estado civil
  • Comprovante de residência
  • Comprovante de renda dos últimos 3 meses
  • Extratos bancários recentes
  • Declaração de Imposto de Renda

Para autônomos, a documentação de renda precisa de mais atenção — consulte o gerente do banco com antecedência.